quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Amor e Razão?

As palavras que se destacaram na última enquete, cuja pergunta era "O que move você?" foram amor e razão. O curioso foi que empataram e em segundo lugar veio equilíbrio. É possível ter amor com razão? E ao mesmo tempo é viável ter razão e amor? O que vocês consideram mais importante para igualar essa equação? Somos no cotidiano de nossas ações mais explosivos, obstinados a nos envolver emocionalmente nas coisas, por vezes impulsivo ou ao contrário, nós nos mostramos serenos, só entramos num jogo se tivermos a certeza da vitória, e acima de tudo não mostramos nossa fragilidade? Ah sim, é possível amar sem perder a consciência crítica? Amar... verbo intransitivo...
Muitas perguntas e talvez vocês tenham tantas outras a se perguntar pois somos convidados todos os dias a fazer escolhas (das simples e corriqueiras às complexas) e o que move nossas decisões? E "por isso preste atenção nos sinais, não deixe que as loucura do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: o amor." Quem já perdeu a razão para poder amar? O que sabemos é que amamos o tempo inteiro: filhos, pais, mulheres, homens, amigos, trabalho... Amamos a vida simples e menos intencional, amamos o pôr-do-sol, a lua cheia, o mar agitado, o banho de mar, o ar da montanha, o sorvete, o papo descontraído... Amamos rir e nos divertir... Amamos amar a falsa certeza da razão que nos leva a não razão. 

PS: O trecho do poema citado é do Carlos Drummond de Andrade e a citação involuntária a um livro do Mário de Andrade, coincidência ou não ambos com o mesmo nome: Amar, verbo intransitivo.

Um comentário:

  1. "amamos amar..."?
    q tal: "adoramos amar..."?
    eu já perdi a razão pra amar, espero q n se repita!

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