segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

As melhores coisas do mundo

Quando pensamos sobre a adolescência lembramos de velhos clichês do tipo: “transição da infância para o mundo adulto”, “fase das mudanças do corpo”, “período de revolta, de não pertencimento” e vários outros. Ao assistirmos “As melhores coisas do mundo” nos vemos diante da adolescência real já que o filme aborda com sensibilidade e veracidade temas como: adaptação, formação de grupos, bullying virtual, depressão, sexualidade, preconceito e família.

Observar esses aspectos é a forma de entender e acolher o jovem que vive intensamente essa mudança. O filme mostra o aspecto principal que é o de criar um mundo particular e não aceitar o que venha de fora ou o que pareça imposto e sem explicação. Com isso, o adolescente busca conhecer seu limite o tempo todo em nome de algo que às vezes ele mesmo nem sabe o que é.

O filme pode ser a ponte entre pais e filhos; ou vice-versa. Quando o diálogo desaparece ou muitas vezes não conseguimos conversar com alguém por motivos diversos, podemos juntos assistir a um filme cuja temática desejamos abordar.

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